Ferramenta gratuita e auto-hospedada para backup do PostgreSQL, com Point-in-Time Recovery, verificação automática de restauração e interface web.
pgsty/pigsty
Distribuição open source de PostgreSQL que implanta clusters de alta disponibilidade, recuperação point-in-time, monitoramento e 575 extensões em Linux sem Docker.
Alternativa open source a:Amazon RDS
- Estrelas
- 5,834
- Forks
- 392
- Issues abertas
- 35
- Último commit
- há 22 dias
O que é?
Pigsty é uma distribuição open source para implantar e operar PostgreSQL nos seus próprios servidores. Ela inclui Patroni para alta disponibilidade, pgBackRest para recuperação point-in-time, PgBouncer e HAProxy para pool de conexões e roteamento de serviços, além de uma stack de monitoramento baseada em Victoria e Grafana. A implantação é feita com um inventário YAML declarativo e playbooks do Ansible, permitindo descrever um nó único ou um cluster multinó em um arquivo de configuração e montar tudo com um comando.
O projeto empacota 575 extensões do PostgreSQL e 12 kernels alternativos, incluindo Citus, Supabase, Babelfish e OrioleDB, para diversas versões de EL, Debian e Ubuntu em x86_64 e aarch64. Também inclui módulos opcionais para MinIO, Redis ou Valkey, Docker, etcd e JuiceFS. O README afirma que ele roda em Linux diretamente, sem Docker ou Kubernetes.
Recursos principais
- 01Alta disponibilidade baseada em Patroni, com failover automático.
- 02Recuperação point-in-time por meio do pgBackRest, com destinos opcionais de backup em MinIO ou S3.
- 03Pool de conexões com PgBouncer e roteamento de serviços com HAProxy.
- 04Dashboards prontos para monitoramento e alertas, baseados em Victoria e Grafana.
- 05Configuração YAML declarativa e implantação com um comando por meio de playbooks do Ansible.
Casos de uso
- Hospedar clusters PostgreSQL de produção como alternativa ao RDS gerenciado.
- Executar uma configuração de alta disponibilidade do PostgreSQL em infraestrutura bare-metal ou em VMs, sem Kubernetes.
- Avaliar ou implantar forks de kernels do PostgreSQL e diversas extensões em uma única stack.
- Montar uma plataforma de banco de dados local ou on-premises com monitoramento e backups incluídos.
Início rápido
- 1
Instale o Pigsty com o script get
curl -fsSL https://repo.pigsty.io/get | bash; cd ~/pigsty; - 2
Gere a configuração com senhas aleatórias
./configure -g - 3
Implante tudo no nó atual
./deploy.yml
Antes de usar
- É necessário um nó Linux novo; só há suporte para as distribuições EL, Debian e Ubuntu.
- Antes da implantação, é preciso ter um usuário administrador com acesso SSH sem senha e sudo.
- A implantação configura vários componentes com Ansible, então hospedar por conta própria exige algum trabalho operacional.
Tópicos
Perguntas frequentes
- O que é pigsty?
- Distribuição open source de PostgreSQL que implanta clusters de alta disponibilidade, recuperação point-in-time, monitoramento e 575 extensões em Linux sem Docker. Pigsty é uma distribuição open source para implantar e operar PostgreSQL nos seus próprios servidores. Ela inclui Patroni para alta disponibilidade, pgBackRest para recuperação point-in-time, PgBouncer e HAProxy para pool de conexões e roteamento de serviços, além de uma stack de monitoramento baseada em Victoria e Grafana. A implantação é feita com um inventário YAML declarativo e playbooks do Ansible, permitindo descrever um nó único ou um cluster multinó em um arquivo de configuração e montar tudo com um comando.
- pigsty é gratuito? Qual é a licença?
- pigsty é open source sob a licença Apache-2.0. Confira os termos da licença antes de usá-lo em produtos comerciais.
- pigsty ainda é mantido?
- Manutenção ativa. O último commit de pigsty foi em 28 de set. de 2026.
- Para que posso usar pigsty?
- Hospedar clusters PostgreSQL de produção como alternativa ao RDS gerenciado. Executar uma configuração de alta disponibilidade do PostgreSQL em infraestrutura bare-metal ou em VMs, sem Kubernetes. Avaliar ou implantar forks de kernels do PostgreSQL e diversas extensões em uma única stack. Montar uma plataforma de banco de dados local ou on-premises com monitoramento e backups incluídos.
- Como instalar pigsty?
- Instale o Pigsty com o script get: curl -fsSL https://repo.pigsty.io/get | bash; cd ~/pigsty; Gere a configuração com senhas aleatórias: ./configure -g Implante tudo no nó atual: ./deploy.yml
- Onde consigo pigsty?
- O código-fonte e as instruções de instalação estão no GitHub: https://github.com/pgsty/pigsty
Resumo gerado por IA a partir do README do projeto. As estatísticas do GitHub são atualizadas diariamente.
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